Estação Brasil
Renato Aragão

“Didi Mocó, comovente, iluminado, circense, dono da alegria e da delicadeza, como convém aos palhaços, nossos mágicos das arenas da vida, cheios de bondade e pureza para informar que a alegria é a melhor coisa que há.”
– Maria Bethânia

“Renato é uma inspiração para todo aquele que se preocupa com o futuro do país e de nossas crianças. Sua vida, dedicada a espalhar alegria e esperança, é um exemplo a ser seguido.”
– Mônica Albuquerque

“Se eu tivesse que usar uma palavra para definir o que Renato Aragão representa para mim, eu diria: lar. Renato é o meu lar.”
– Dedé Santana

“Renato Aragão é o nosso palhaço moderno, o cômico que melhor entendeu a adaptação de seu ofício para o cinema.”
– Cacá Diegues

“O filme O cangaceiro trapalhão está orgulhosamente no meu currículo; não são todos que podem dizer que ‘dirigiram’ o maior e mais famoso comediante do seu país.”
– Daniel Filho

“Renato Aragão é o cineasta brasileiro de maior sucesso, não o sucesso de um só hit – mas um sucesso consistente e repetido filme a filme, baseado na criatividade de um grande artista. Didi é um personagem genial – e Os Trapalhões são a nossa versão dos irmãos Marx.”
– José Padilha

“Renato Aragão garantiu o riso de várias gerações, inclusive a de meus filhos, que cresceram se divertindo com as peripécias desse irresistível palhaço.”
– Zuenir Ventura

“Renato Aragão nos traz sempre a nossa infância, a nossa cultura popular. O Grande Circo que é a nossa utopia.”
– Fernanda Montenegro

“Renato Aragão é uma grande figura da cultura brasileira. O programa Os Trapalhões foi um marco na história da televisão e na vida da gente... Programa popular e nada careta, aquilo é coisa que diz muito sobre o melhor do Brasil.”
– Caetano Veloso

Quem é Renato Aragão?

Quem é esse homem batizado Antonio Renato Aragão? Quem é esse artista que há cinco décadas, no cinema e na TV, faz gerações e gerações de brasileiros sorrirem? E o que faz Renato Aragão, aos 82 anos, acreditar que “ainda há muito a fazer”?

Em um dos textos de apresentação de Renato Aragão: Do Ceará para o coração do Brasil, o próprio artista toma a palavra e se dirige ao leitor para dizer: “Este livro é uma forma de saciar a curiosidade que as pessoas... possam ter sobre o percurso que venho fazendo... Bom, esta é uma viagem para dentro de mim. Uma viagem feita de saudades, memória e muita gratidão.”

Rodrigo Fonseca, roteirista e crítico de cinema, é quem nos conduz ao longo desta grande e bela viagem pela vida e alma de Renato Aragão. Baseado nas memórias do artista e em meticulosa pesquisa, o autor nos conta a trajetória de aragão desde o nascimento em Sobral, no Ceará, em 1935, até o momento em que o criador do Didi assiste ao lançamento da nova geração de Os Trapalhões, em 2017.

Ricamente ilustrado, o livro conta ainda com uma seção de depoimentos de diversas personalidades, tais como: Caetano Veloso, Fernanda Montenegro, Maria Bethânia, Dedé Santana, Cacá Diegues, Daniel Filho, José Padilha, entre tantos outros.

André Viana

Rodrigo Fonseca

Carioca de Bonsucesso, formado pela UFRJ, Rodrigo Fonseca é crítico de cinema e roteirisa. Escreve séries e programas na TV Globo, entre os quais Os Trapalhões. Entrevista cineastas e estrelas das telas para o site Omelete e analisa seus filmes no blog P de Pop, do jornal O Estado de S. Paulo, e no portal Almanaque Virtual. Dá aulas de História do Cinema na Escola Darcy Ribeiro e na Academia Internacional de Cinema (AIC). Publicou sete livros sobre audiovisual e o romance Como era triste a chinesa de Godard.